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AVC (ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL)?! COMO ATUAR?

As doenças cardiovasculares são uma realidade no nosso país. Em Portugal a mortalidade por enfarte miocárdio (doença isquémica cardíaca) situa-se abaixo da média europeia, mas infelizmente a mortalidade por doença cerebrovascular (AVC) situa-se acima desta média.

Afinal o que é um AVC?

O AVC (acidente vascular cerebral) é uma doença que se caracteriza pela redução da irrigação sanguínea nas células cerebrais, causando danos irreversíveis na região cerebral afetada, podendo manifestar-se por diferentes sintomas.

Este pode ser de 2 tipos: AVC Isquémico (obstrução de uma artéria que provoca falta de irrigaçao no cerébro) ou AVC Hemorrágico (ruptura de um vaso sanguenio ou artéria que provoca uma hemorrogia).

Quais são os sintomas que devemos estar à alenta e que possam levar à suspeita de um acidente vascular cerebral?

Um acidente vascular cerebral é uma situação clínica potencialmente fatal que resulta frequentemente da obstrução de uma das artérias responsável pela irrigação do cérebro. A redução da irrigação sanguínea nas células cerebrais, causa danos irreversíveis na região cerebral afetada, podendo manifestar-se por diferentes sintomas.

Deve ser suspeitado quando ocorre:

  • Perda súbita de força ou sensação de formigueiro num membro (braço ou perna);
  • Perturbação súbita da fala (ou da compreensão das palavras);
  • Instalação súbita de "boca ao lado" (paralisia facial);
  • Alterações da visão como cegueira de um olho ou visão dupla;
  • Alterações da marcha, como o desequilíbrio ou descoordenação;
  • Alterações da memória, da leitura e escrita, do planeamento de tarefas, atenção e concentração.

 

E o que devo fazer nessa circunstância?

  • O mais importante contactar de imediato o INEM – 112 e descrever a sintomatologia;
  • Os serviços de emergência pré-hospitalar têm capacidade para confirmar no local onde se encontra o diagnóstico, e realizar o transporte em segurança para a unidade hospitalar com condições para realizar o tratamento mais adequado, que por vezes não é a mais próxima do local de residência. O intervalo de tempo que medeia entre o início da sintomatologia e o tratamento é fundamental para o seu sucesso;
  • O tratamento adequado é realizado preferencialmente em unidades hospitalares especializadas: "Unidades de AVC" que dispõem de capacidade de realização permanente de TAC.

Como é feito o tratamento do AVC?

Quando é possível tratar situações com pouco tempo de evolução, dentro da chamada "janela terapêutica" existe a possibilidade de reversão da maioria ou da totalidade das manifestações do AVC;

Isso implica um rápido encaminhamento para os centros com capacidade de realização permanente de TAC e a administração de fármacos que dissolvam os trombos ou a sua extração por meios mecânicos (terapêutica endovascular).

Quais são fatores de risco?

A melhor forma de combater o AVC passa pela sua prevenção. E quais os fatores de risco?

  • Hipertensão arterial: pressão arterial sistólica (conhecida por «tensão alta) igual ou superior a 140 mmHg e/ou pressão arterial diastólica (conhecida por «tensão baixa) igual ou superior a 90 mmHg.
  • Dislipidemia ou colesterol elevado: o colesterol total é encarado como fator de risco se for superior a 200 mg/dl, mas existe uma maior propensão para o AVC quando é superior a 240 mg/dl.
  • Tabagismo: o tabaco é fator de risco para todas as doenças cardiovasculares, entre outras.
  • Sedentarismo: a não realização de pelo menos 4 horas semanais de caminhada ou outro exercício físico é outro dos fatores de risco comum a várias patologias físicas e mentais.
  • Diabetes: é considerado diabética a pessoa que registe uma glicemia em jejum de 126 mg/dl em duas ocasiões diferentes, ou glicemia não em jejum de 200 mg/dl numa ocasião, confirmada por um valor em jejum de 126 mg/dl.
  • Obesidade: qualquer pessoa que tenha um índice de massa corporal superior a 30.
  • Alcoolismo: ou dependência de bebidas alcoólicas.
  • Fibrilhação auricular: uma perturbação do ritmo e da frequência de batimento do coração que geralmente é traduzida em palpitações.

Quanto maior for o número de fatores de risco identificados no utente, maior será a probabilidade deste vir a ter um AVC.

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